Derretendo-se em pó fino e bege... Perdendo-se dentro de si próprio por conta de algo que ainda não entendeu. Ou entendeu, e finge que não. Ou entendeu e acha que não. Um nome, um rótulo, de sintomas físicos e psicológicos para ele e para todos nós ao redor.
Entrou num transe permanente que suga para uma depressão quem passar por perto de seus sentimentos.
Aquela certeza, seriedade de brincar, sabedoria de viver se dissolveu em meses seguidos de sofá e notebook, viajando num mar de pixels que parecem ser o refúgio do seu próprio ser.
Ausência nas respostas, nas vidas, nas conversas. Ausência...
No começo era de se esperar que se acostumasse. Dois anos ainda é começo? Mudanças médicas, mudanças psicológicas... Entendo! Só é nostalgico todos os dias para mim, pensar que está vivo, mas ao mesmo tempo não está mais...
Dói vê-la sofrer também. Parece que sofre mais que ele próprio. Parece que sente mais que ele próprio, que está dopado com seu coquetel maluco. Apesar de que ela também está dopada com quase o mesmo coquetel maluco. Os sintomas são quase os mesmos para os dois. Apesar de fisicamente só estar presente nele, psicologicamente é contagioso! Definitivamente é. Fujam para as montanhas!!! Não, não fujam. Fiquem perto. Eles vão precisar de você. Nem que seja só a presença em silêncio. Eles vão precisar
terça-feira, 4 de outubro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Felicidade... volta!?
Correndo atrás dela. E ela foge de mim mais uma vez. Será que procuro no lugar certo, nas pessoas certas?
Aliás, as pessoas "certas" para encontrá-la parecem ter mudado.
Sentimento de enormidade que saia do peito, que doia de gostoso, que explodia de satisfação. Sumiu. Não sinto mais. Nenhum dia, por mais alegrias que haja nele, não há mais felicidade de sempre, de estado de espírito. Como morangos sem suas caldas de chocolate.
E a árvore que ia nascer? Será que tem forças ainda? Suas raízes ficaram fracas, delicadas e vulneráveis. O primeiro vento parece que vai derrubar, mas não derruba.
Dores de corpo e de alma. Não sei pra onde vou pra te encontrar, felicidade. Vem pra mim?
Aliás, as pessoas "certas" para encontrá-la parecem ter mudado.
Sentimento de enormidade que saia do peito, que doia de gostoso, que explodia de satisfação. Sumiu. Não sinto mais. Nenhum dia, por mais alegrias que haja nele, não há mais felicidade de sempre, de estado de espírito. Como morangos sem suas caldas de chocolate.
E a árvore que ia nascer? Será que tem forças ainda? Suas raízes ficaram fracas, delicadas e vulneráveis. O primeiro vento parece que vai derrubar, mas não derruba.
Dores de corpo e de alma. Não sei pra onde vou pra te encontrar, felicidade. Vem pra mim?
domingo, 14 de agosto de 2011
Noite de ontem
Decepção: estava te confundindo com tristeza e amor. Talvez. Os sentimento ruins sempre se assemelham e nos fazem confundir, principalmente pela vulnerabilidade do momento.
Ei! Pense antes de agir e falar. Na sua idade já estava na hora de deixar de ser uma fruta verde. Vamos! Aja como o tal que você sempre disse ser. Aja de acordo com o que você finge ser. Será que te idealizei errado?
Traços compridos e ininterruptos tornaram-se tracejados hoje. Será que eles voltam ao normal? Será que eu QUERO que eles voltem ao normal?
Me doar demais e acreditar demais. Sempre vai ser assim.
E mais uma vez nenhuma lágrima foi derramada.
Ei! Pense antes de agir e falar. Na sua idade já estava na hora de deixar de ser uma fruta verde. Vamos! Aja como o tal que você sempre disse ser. Aja de acordo com o que você finge ser. Será que te idealizei errado?
Traços compridos e ininterruptos tornaram-se tracejados hoje. Será que eles voltam ao normal? Será que eu QUERO que eles voltem ao normal?
Me doar demais e acreditar demais. Sempre vai ser assim.
E mais uma vez nenhuma lágrima foi derramada.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Divisão inconsciente
As vezes quando amamos muito alguém, podemos sentir o que essa pessoa está sentindo em alguns momentos. A convivência de anos que faz com que você a conheça intensamente, ajuda ainda mais. Uma frase é a tradução do sentimento. O mover das sobrancelhas, o tom de voz, o modo como gesticula ao falar, as pausas para respiração, as palavras escolhidas para usar, a velocidade da voz. Tudo isso transparece o que está por dentro. Sentimento aquele que muitas vezes não quer ser exteriorizado para não magoar o outro, fica claro pelo grau de intimidade que existe na relação. E, ainda pior: esse grau de intimidade faz com que, assim que descoberto o sentimento, este passe a fazer parte dos dois corações.
E dói.
E dói.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Sentimentos anônimos
Estou cada vez mais certa de que nem todos os sentimentos têm nome. Será que há sentimentos que nem todos sentem?
Ao dizer AMOR ou CULPA todos entendem do que se trata. Lembra-se de situações, pessoas e, por mais que cada um possa interpretá-los de um modo diferente, todos entendem o sentido da palavra.
Mas e aquelas sensações que não têm nome? Muitas vezes são misturas de dois ou mais sentimentos já batizados.
E além disso, há aqueles que tem nome, mas ninguém sabe explicar. Alguém defina ANGÚSTIA. Impossível. Ninguém sabe o motivo pelo qual ele vem, e nem sabe explicar a sensação física que ele causa. "Aperto no peito"? Talvez. Mas deve haver uma explicação mais exata.
Toda essa dúvida surgiu de sentimentos meus.
Não têm nome, nem hora certa para vir, mas não sei se todos saberão do que se trata.
Um deles é uma espécie de dependência excessiva dos pais. Uma mistura de desespero, angústia, culpa por algo indefinido, medo de perdê-los ou chateá-los por qualquer motivo que seja. Não é possível ficar longe deles em certas situações. Não precisa nem dizer o quanto isso é ruim e estranho, levando em conta os anos que eu carrego nas costas, certo?
Outro é a confusão somada com indecisão em relação a diversos assuntos. Junta-se uma pitada de medo, de incerteza, de cuidado...e pronto! Saindo do forno quentinho mais um sentimento sem nome!
Bom, se forem sentimentos exclusivamente meus, posso nomeá-los, certo?
Aceito sugestões e explicações para os mesmos.
Grata
Ao dizer AMOR ou CULPA todos entendem do que se trata. Lembra-se de situações, pessoas e, por mais que cada um possa interpretá-los de um modo diferente, todos entendem o sentido da palavra.
Mas e aquelas sensações que não têm nome? Muitas vezes são misturas de dois ou mais sentimentos já batizados.
E além disso, há aqueles que tem nome, mas ninguém sabe explicar. Alguém defina ANGÚSTIA. Impossível. Ninguém sabe o motivo pelo qual ele vem, e nem sabe explicar a sensação física que ele causa. "Aperto no peito"? Talvez. Mas deve haver uma explicação mais exata.
Toda essa dúvida surgiu de sentimentos meus.
Não têm nome, nem hora certa para vir, mas não sei se todos saberão do que se trata.
Um deles é uma espécie de dependência excessiva dos pais. Uma mistura de desespero, angústia, culpa por algo indefinido, medo de perdê-los ou chateá-los por qualquer motivo que seja. Não é possível ficar longe deles em certas situações. Não precisa nem dizer o quanto isso é ruim e estranho, levando em conta os anos que eu carrego nas costas, certo?
Outro é a confusão somada com indecisão em relação a diversos assuntos. Junta-se uma pitada de medo, de incerteza, de cuidado...e pronto! Saindo do forno quentinho mais um sentimento sem nome!
Bom, se forem sentimentos exclusivamente meus, posso nomeá-los, certo?
Aceito sugestões e explicações para os mesmos.
Grata
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