Sempre gostei de filmes brasileiros. Discordo da opinião da maioria a respeito destes. Acho muito bom valorizar o cinema do nosso país, além de achá-los muito mais interessantes e divertidos do que muitos daqueles filminhos Hollywoodianos.
Hoje fui ver Bruna Surfistinha.
Claro que todos já, ao menos, ouviram falar dela mas confesso que, apesar de todo aquele sucesso inicial do livro, do blog e de tudo mais, nunca tive muito interesse em conhecer sua história. Fui ver o filme mais por ser brasileiro, com a Deborah Secco, uma atriz que eu acho muito foda, do que por ser a história da putinha do livro com nome estranho.
Enfim... Lá fui eu, bem acompanhada assistir o filme da puthiiiinha mais famosa do Brasil.
Como já disse em textos antigos, não tenho NENHUM tipo de preconceito com o trabalho de prostitutas. Muito pelo contrário! Sou totalmente a favor. Acho que cada um tem consciência do que faz. Acho inclusive muito interessante os diversos motivos pelos quais as meninas/mulheres escolhem essa profissão (sim, acho que se trata de uma profissão) e as histórias de vida das mesmas. Mais um motivo para me deixar curiosa para assistir.
Muito boooom o filme. Claro que com muitas cenas de sexo explícito, mas não achei que isso baixou o nível do filme e nem o transformou em um "pornôzinho". Num filme da vida de uma prostituta seria até hiprocrisia evitar cenas de sexo.
Porém, fiquei com uma dúvida no pensamento: será que este filme que mostra a vida de uma garota de programa desde o início e que dá uma visão de uma outra perspectiva, vai aumentar o preconceito que já existe, ou vai abrir a cabeça fechada e hipocritamente puritana das pessoas?
Será que só o fato de o filme da história dela estar sendo exibido no país todo, com uma enorme procura, já mostra que não somos tão preconceituosos assim?
Minhas filosofadas a respeito disso estão bem alem do que estou com paciência de escrever.
No fim das contas, só posso dizer que recomendo o filme!
domingo, 6 de março de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Válvula do riso
Não! Não pode ser uma coisa só minha! Tenho certeza que todos - ou pelo menos muitos - já tiveram e continuam tendo ataques repentinos de risos.
No meio do ônibus, sozinha, imagens me voltam aos pensamentos, e a risada é vomitada escandalosamente para fora da minha boca.
No trabalho é diferente. Quando ouço algo que me soa absurdo ou ridículo, não consigo me conter, segurar para rir depois. É lá! Naquela hora. Acho que a minha válvula do riso, aquela que o controla em certas situações não funciona, ou não existe. Nasci com essa deficiência.
Por que todos olham estranho? Será que ninguém nunca teve isso?
Será que a sociedade recrimina excesso de felicidade?
HAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAAH!
No meio do ônibus, sozinha, imagens me voltam aos pensamentos, e a risada é vomitada escandalosamente para fora da minha boca.
No trabalho é diferente. Quando ouço algo que me soa absurdo ou ridículo, não consigo me conter, segurar para rir depois. É lá! Naquela hora. Acho que a minha válvula do riso, aquela que o controla em certas situações não funciona, ou não existe. Nasci com essa deficiência.
Por que todos olham estranho? Será que ninguém nunca teve isso?
Será que a sociedade recrimina excesso de felicidade?
HAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAAH!
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Good day
Pupilas contraídas, risadas, green/blue eyes, política, 'where is my mind' moments, sorvete de manga, elefantes tocadores de piano, hugs, mensagens de texto, mordidas, dedos estranhamente entrelaçados, cabelos, carros abandonados, chuva, universe/ religion/ alien/ bacteria /music thoughts.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Teoria do caos
Uma barbeiragem. Um dedo obceno. Uma freada no carro. Uma intenção de agressão física. Ele teria descido do carro e partido para a porrada se eu não o tivesse impedido com meia dúzia de palavras que soaram como um sermão mixado com chantagem emocional. Se eu não estivesse no carro, ele teria sido levado pelo momento de raiva. Porém, se eu não estivesse no carro, ele não teria passado por lá, pois só pegou o carro emprestado e saiu de casa para me buscar. Se minha mãe não estivesse com o nosso carro, eu teria ido de carro trabalhar, o que impediria que meu pai precisasse me buscar. Se eu tivesse ido de carro, eu teria fechado algum motorista revoltado, que me mostraria um dedo obceno. Eu teria ignorado.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Invasão de bolinhas coloridas
Saco cheio de ar... Sensação de voar. Tranquilidade, indiferença. Antes tarde do que nunca, 'deixando rolar'. Sem preocupações com o que fazer depois, sem tomar nenhuma decisão. Bolinhas coloridas... cores e cores. Cada uma cheia de uma sensação. Todas coloridas. Mas cheias de ar. Levíssimas. E de novo, para enfatizar, indiferentes.
Não descobri a receita para a sensação. Ela só surgiu. Torço de olhos bem apertados para que ela tenha vindo para ficar... Depois de teeempos de mundo cinza, frio e úmido, surge essa louca/estranha/incrível sensação de bolinhas coloridas!
imagem extraída de busca no google
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Humor do dia
Ufa! Quantas ocilações de humor!
Dia de folga, boas companhias, boas conversas... Hoje estou bem!
Amanhã, quem sabe?
Dia de folga, boas companhias, boas conversas... Hoje estou bem!
Amanhã, quem sabe?
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